A imagemapresenta a frase Miradas da infância em letra de criança. Embaixo, personagens de desenho animado em negativo. Post fixo

Miradas da infância

Olhar para as infâncias e pensar como elas mesmas imaginam o mundo. Essa é a proposta de Miradas da infância, mostra cinematográfica do projeto Ariadnes, que vai exibir longas-metragens protagonizados por meninos, meninas e menines e que apresentam perspectivas infantis sobre o mundo, ainda que esses filmes sejam dirigidos por adultas e adultos. Essas miradas se cruzam com questões sobre gênero, raça, sexualidade, etnia, região: … Continuar lendo Miradas da infância

Oficina do Ariadnes discute relações de gênero saudáveis na universidade

Na quarta-feira (15), o projeto Ariadnes, em parceria com o coletivo Andorinhas, rede de mulheres da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) que olha para as assimetrias de gênero e parentalidade na universidade, realizou a oficina “Chegar à universidade: aprender a praticar relações de gênero saudáveis”. A oficina, que tem como eixo central a discussão sobre masculinidades e a necessidade de envolver homens no enfrentamento … Continuar lendo Oficina do Ariadnes discute relações de gênero saudáveis na universidade

Quatro mulheres com sobretudo cinza, blusas azuis e chapéus vermelhos estão ao lado das suas bicicletas antigas.

Partos e parteiras em foco: “Call the midwife”

O médico que fez o parto de minha filha se chama dr. Tartaruguinha. Eu não me lembro do nome – fiz questão de esquecer. Essa é a segunda maior memória que tenho dele. A maior é a sensação de abandono antes e depois da cesárea de emergência e subsequente internação da minha bebê, a dispensa de um atendimento pós-parto porque eu já não era “cliente” … Continuar lendo Partos e parteiras em foco: “Call the midwife”

Print de um perfil do site Piauí com a manchete ‘EU SOU A BICHA MEDONHA’, acompanhada de uma foto de um jovem sorrindo e apontando para baixo, com um fundo iluminado em roxo e azul, enquanto segura uma lata de bebida.

Quando o jornalismo encontra um modo de caçar likes

Nos manuais do bom jornalismo, o perfil é considerado um gênero nobre. Ao flertar com a literatura, a construção de um bom perfil exige a simbiose entre um grande personagem — não necessariamente famoso, mas que tenha uma boa história para contar — e um olhar observador aguçado. Lá nos primeiros períodos da formação jornalística, aprendemos com os teóricos Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari … Continuar lendo Quando o jornalismo encontra um modo de caçar likes

Live discute como desnaturalizar e nomear as violências dentro da universidade 

Na sexta-feira (20), aconteceu a live “Assédio sexual e moral nas universidades”, promovida pela Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (Anpof) como parte da campanha do 8M. A conversa foi mediada pelas professoras Silvana Ramos (USP/RBMF) e Janyne Sattler (UFSC/Anpof) e teve como convidadas as pesquisadoras Heloísa Buarque de Almeida e Mariana Kuhn de Oliveira.  Um dos pontos centrais do debate foi a importância do … Continuar lendo Live discute como desnaturalizar e nomear as violências dentro da universidade 

Ariadnes integra primeira edição do Mapa Brasileiro da Educação Midiática

O Ariadnes, observatório de mídia, gêneros e sexualidades do curso de Jornalismo da UFOP, está presente na primeira edição  do Mapa Brasileiro da Educação Midiática, lançado pelo governo federal no dia 6 de fevereiro.  O mapeamento começou em 2024 a partir de uma aliança entre a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e a Secretaria de Comunicação Social … Continuar lendo Ariadnes integra primeira edição do Mapa Brasileiro da Educação Midiática

Capa do livro “Bênçãos”, de Chukwuebuka Ibeh: ilustração de um jovem negro usando regata branca, com braços cruzados, corpo coberto por padrão de linhas, sentado diante do mar sob céu azul; selo com citação de Chimamanda Ngozi Adichie e logotipo da editora Tusquets.

Como começar algo bonito com a certeza do seu fim?

Iniciaria esse texto de outra forma. Havia rascunhado parágrafos acerca da ideia cristã de benção e também da experiência de desenvolver-se no mundo enquanto criança viada. Mas essa escrita foi brutalmente interrompida pela realidade. Escrevo agora atravessado pela dor das últimas notificações que recebo de amigos e conhecidos. Mais um de nós foi assassinado e dessa vez um rosto conhecido. Longe de ser um fato … Continuar lendo Como começar algo bonito com a certeza do seu fim?

Não foi ciúme: violência vicária e o crime de Itumbiara 

É comum mulheres se sentirem inseguras ao andar sozinhas por uma rua deserta, especialmente à noite. Por isso, costumamos pensar em formas de tornar o caminho mais seguro: uma roupa mais coberta, menos “feminina” talvez, caminhos seguros, apertar o passo e fechar o rosto. Mesmo que essas medidas não garantam segurança, é algo que faz parte do cotidiano de muitas mulheres. Mas o perigo não … Continuar lendo Não foi ciúme: violência vicária e o crime de Itumbiara 

Mulheres negras na política: presença e transformação

No dia em que celebramos a conquista do voto feminino no Brasil, relembramos a  2ª Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, que aconteceu em 25 de novembro de 2025, em Brasília. No mesmo lugar onde aconteceu a primeira Marcha, 10 anos atrás, em 18 de novembro de 2015, mais de 100 mil mulheres marcharam contra o racismo, a violência e pelo bem … Continuar lendo Mulheres negras na política: presença e transformação

Foto de vários livros infantojuvenis sobre mulheres notáveis, enfileirados lado a lado

Quem pode ser cientista?

Celebramos hoje, 11 de fevereiro, o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Instituída em 2015 pela Unesco e pela ONU Mulheres para fortalecer a ideia de que igualdade de gênero e ciência andam juntas e para contribuir com o ODS 5, sobre igualdade de gênero, a data costuma incentivar meninas e mulheres na carreira científica, especialmente em áreas com domínio masculino (as STEM … Continuar lendo Quem pode ser cientista?